O SINSAPP/MS enviou ofício à Agepen pedindo informações sobre XX Curso de Armamento e Tiro, Vigilância e Escolta (CAVE), realizado em Cassilândia, e XXI Curso de Armamento e Tiro, Vigilância e Escolta, ocorrido em Dourados.
No CAVE realizado em Cassilândia, entre os dias 24 e 28 de julho, representantes do Sindicato, que acompanharam o treinamento, que, na aula prática, os policiais penais alunos não foram instruídos em aula de tiro com o equipamento CARABINA TÁTICA TAURUS CTT (munição .40), razão pela qual não houve prática de disparos, mas apenas lições teóricas e de manuseio do equipamento.
Vale ressaltar que a instituição possui modelo compatível com a CTT .40, a CARABINA TÁTICA CT.40 FAMAE, que também não foi utilizada para aula prática.
"O referido armamento consta como material-carga da Agepen e é utilizado como principal armamento pelos policiais penais do GEP (Grupamento de Escolta Penitenciária) e nas escoltas, muralhas, custódia hospitalar e demais funções policiais que foram absorvidas pela categoria recentemente", destaca o presidente do SINSAPP/MS, André Santiago.
No entendimento do Sindicato, a atuação da Agepen está colocando em risco a vida dos policiais penais e de toda a sociedade, como também viola o princípio da legalidade, ao não fornecer aula prática de tiro com o armamento disponibilizado na instituição.
No ofício, o Sindicato solicitou que, nos cursos de formação profissional, haja disponibilização completa de aulas práticas de tiro com todos os armamentos utilizados pelos policiais penais durante suas funções na instituição, além das aulas teóricas de manuseio.
Fonte: Comunic.Ativa Assessoria de Imprensa